Nono Post do Blog Dr. HOUSE

Comecei a praticar medicina há quase 20 anos. Foram 10 anos de muito sacríficio. E atualmente, o sacríficio ainda continua. Sou apaixonada pela medicina e principalmente pelo Dr.House. Mas, infelizmente a medicina que se pratica aqui no Brasil difere muito daquela praticada pelo Dr. House. O House descobre os casos mais raros, aqui nós diagnosticamos os casos mais corriqueiros, onde as filas são numerosas. Os Hospitais são cheios, e ás vezes as pessoas ficam esperando numa maca no corredor do Hospital.

O jeito com o que o HOUSE trabalha no Hospital, não se envolvendo com os pacientes, talvez seja a melhor forma de trabalhar. Você não se envolve, mas se preocupa com o bem estar dos pacientes. A forma com que ele trata os pacientes, invadindo a casa deles, também foi necessária para o diagnóstico de vários pacientes. Ele pergunta sobre tudo, sobre os hábitos do paciente até os bichos de estimação.

Em um dos episódios, em que o Formann foi infectado, durante um episódio em que ele invadiu a casa do paciente. Era uma doença que causava uma dor insuportável, que não passava nem com morfina de infusão contínua, e que depois levava à morte. Para resolver esses casos, HOUSE sempre necessita da autorização da Cudy, para realizar os procedimentos.

Enfim, num dos únicos episódios este paciente morre. E o Formann necessita do diagnóstico com urgência para sobreviver. A Dra. Cudy não pode autorizar a biópsia do cérebro do cadáver, pois se tratava de uma doença altamente contagiosa, raríssima e altamente letal. Nesse caso o Formann se submeteu a uma biópsia cerebral. Após isso, ele permaneceu com uma sequela por algum tempo.

Em outro caso também ele atendeu um casal de lésbicas. Uma delas não conseguia dormir há dias. E o House realizou todos os exames laborotariais para fazer o diagnóstico, mas não encontrou nada. A doença estava afetando seu fígado, a paciente estava com insuficência hepática, e só um transplante de fígado poderia salvá-la. Então, sua namorada decidiu doar parte de seu fígado pra ela. Só que antes do transplante, a paciente ia terminar seu namoro. E na hora do transplante, não teve a coragem de contar para sua namorada. A discussão em equipe ficou acirrada, já que a Dra. Cameron não aceitava o transplante nessas condições.

Mas como o House sempre vence, a paciente submeteu-se ao transplante de fígado, doado pela sua namorada. Mesmo após o transplante, a doença avançava. E finalmente, HOUSE conseguiu fazer o diagnóstico de Peste Bubônica. Com uma equipe excepcional, o seriado Dr. House é um sucesso.

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