Esportes. Treino para a Vida.

Por hoje, é só. Um desabafo. Não podemos guardar tudo para dentro de si, mas podemos escrever. Enfim, ninguém sabe ao certo o que se passa dentro da vida de cada um… Espero que mais nenhum esteja por vir. Mas todos nós sabemos que não é assim. As situações podem, muitas vezes acontecer independente de você. O mesmo com sua saúde. Ouvi a voz de uma criança lá fora, cantando “parábens pra você”, sem motivo. Seria uma boa se eles interagissem mais, e a grande maioria de todos se divertíssem. Crianças reunidas. Iriam ficar muito felizes. Mas e eles, o que diriam? Eles ficariam mais do que alegres. São vários sentimentos reunidos num só, a felicidade. O Miguel está brincando lá fora agora. Alegria, satisfação, bem querer, respeito e outros mais. Mas também podem ocorrer alguns descontentamentos, em meio a toda alegria, tanto para as crianças, quanto para os pais, que é normal, e não ocorre sempre. São algumas situações, que causam desconfortos. A mamãe já chamou três vezes, e ele não obedeceu. Ele acabou de entrar. No fundo, ele queria ficar um pouco mais na rua, mas a situação não permitiu, não somente porque eu o chamei, mas sim porque a brincadeira não terminou bem. Convivemos assim, num mundo cercado com fronteiras, principalmente na realidade. O mundo já é cercado e ainda tem fronteiras. E num mundo virtual sem fronteiras. Ninguém quer ficar sem os dois, não é mesmo? Mesmo sendo o que eles se tornaram. Agora acabamos de jantar. Estamos deitados, mexendo em nossos celulares e com a televisão ligada. Amanhã, as crianças vão ficar com o pai delas, que no caso seria hoje. Comecei a escrever este Post ontém. Vou escrevendo aos poucos, de acordo com cada situação. Hoje não é o dia deles ficarem com o pai. Mas eu permiti. Faz tempo que eles não ficam com o pai. E ainda estão de férias. As mães procuram fazer o melhor para seus filhos, independente da situação do outro, podemos abrir uma exceção. Se acharmos que nossos filhos vão ficar felizes. A figura paterna é muito importante. Me lembro quando eu era pequena, e saíamos juntos para almoçar fora, ou para ir na casa de parentes, ou para ir ao cinema com meu pai, ficava orgulhosa dele. Tinha admiração. Com minha mãe, a mesma coisa. Mas hoje em dia, as coisas mudaram muito. Os filhos convivem muito pouco com o pai, que os vê a cada 15 dias. No meu caso em especial. E acho que com muitas outras mulheres também. Mesmo convivendo pouco, o que importa a qualidade do tempo em que passam juntos. Como eles aproveitam esses dias e o que fazem de bom nesse período. O Miguel adora jogar bola. Gostaria que ele praticasse mais esporte. Também era muito apegada com meu pai nessa idade. Comecei a praticar esporte cedo, jogando bola na rua. E com dez anos, comecei a jogar volei no Clube Corinthians. Foi uma fase maravilhosa. E disputávamos torneios, até que fui chamada para jogar na Pirelli. Os treinos eram muito mais puxados. E o lugar era mais longe também. Treinávamos pesado. E eram todos os dias à tarde, depois do colégio. Almoçava em casa e ia treinar. Apesar de ser puxado, foi uma fase maravilhosa também. O equilíbrio físico e emocional de um atleta não tem comparação com o de uma pessoa comum. Tenho a foto do time até hoje. Depois vou tentar postá-la. É antiga. Joguei volei durante muitos anos. Foi muito bom, porém quando cheguei aos catorze, qinze anos, tive que optar entre o volei e os estudos. No colegial, estudei em um colégio de padres muito puxado. Era um pouco longe. Chegava dormindo na primeira aula. Acordava às 5h00 da manhã. E estudava muito. A intenção era passar no vestibular. Então optei pelos estudos. Também havia parado de crescer aos catorze anos. Com dez anos, já tinha 1,70m. As meninas são muito altas. E no volei, a altura conta muito. Então optei pelos estudos. E pela medicina. Estudava muito. Dia e noite. Pela manhã, as tarefas de casa já tinham que estar prontas. Era um treino. Quem não conseguia fazer os deveres de casa, não acompanhava tão bem a aula do dia seguinte. Mas mesmo tendo parado de jogar volei. Continei treinando. Minha mãe me matriculou no Tae Kown Do. Eram aulas de artes marciais. Eu e meus irmãos adorávamos. O esporte faz uma grande diferença física e até mental para o resto da vida de uma pessoa. Principalmente quando ela começa cedo. Tenho muita vontade que eles pratiquem também. O bem estar durante, a liberação de endorfinas, e depois, é outro. Todos nós sabemos que praticar esportes é muito mais saudável. O díficil é começar.❤ Também desejo que meus filhos pratiquem Tae Kown Do. Ele é um esporte, assim como o volei, que modela o corpo naturalmente. E esse não é o maior benefício, o maior é o equilíbrio, o bem estar físico e mental. Pleno. A estética vem em segundo plano. Além de tudo isso, você ainda fica com o corpo bonito.

Um filme que ilustra muito bem isso e que não me canso de assistir é ” Coach Carter, Um Treino para a Vida”. Esportes.💘

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google

Você está comentando utilizando sua conta Google. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s