Gerência.

As crianças vão passar o dia com o pai delas hoje. E preciso ir ao banco hoje. Assunto de adulto. Tratar da parte financeira enquanto se está afastada. Temos que dar continuidade aos nossos objetivos porque o tempo não pára. E os assuntos financeiros estão aí para serem resolvidos. Dependemos deles para viver. Mas está um dia entediante sem as crianças. Já voltei do banco. Já estava pensando em tomar uma providência. De ter a iniciativa de ir ao banco sozinha. Mas, graças a Deus, o gerente me ligou antes e me orientou melhor. Ganhei mais tempo. É díficil lidar com transações financeiras e não ter experiência no assunto. Perder a saúde também envolve que você seja capaz de tampar o déficit que fica no valor que você tem em conta. Mas como eu disse. Devemos ver o lado positivo de cada situação. Nunca tinha acontecido isso comigo antes. Não dessa forma. Então foi um fato que tive que aprender a lidar. A negociar. E sozinha, sem ninguém pra me ajudar. E foi uma experiência positiva. Encontrei pessoas que trabalham com isso e puderam me ajudar muito, sem eu mesma conhecê- las, até agora. Ganhei mais um pouco de tempo. Estou mais tranquila quanto a isso. O que favorece meu estado mental e físico. Quero dizer, ainda não vou deixar de dormir quanto a isso, pelo menos por enquanto. É um fator que favorece a recuperação de minha saúde, por que teve um saldo positivo. Pra mim e em relação à minha saúde. Mesmo acontecendo em tais circunstâncias. Escrevo aqui situações relacionadas ao cotidiano, neste caso a parte financeira relacionada à perda de saúde. Após o assunto resolvido. Você fica aliviada. Cumprir as tarefas diárias e ter condições ainda que por enquanto, de resolver sua situação financeira sozinha é um bom indicador de saúde. Começou a chover forte agora. Porque a pressão e a responsabilidade são muito grandes. Espero recuperar minha saúde o mais rápido possível. E venho resolvendo isso sozinha desde o príncipio. Suportando a pressão. Estando em recuperação de saúde. Mas estou otimista. Vimos o lado positivo de cada situação, mesmo não sendo em uma circubstância favorável. Em parte meu pai me ajudou muito. Quando esteve em São Paulo. Ele não mora mais aqui. Mora em Salvador, Bahia. Ele digitalizou todos os meus documentos. Foi antes de eu voltar a trabalhar. Tiramos o RG das crianças. Fomos até a cidade numa audiência que eu tive. Fomos de metrô. Conversando. Meu pai sabe andar de metrô mil vezes melhor do que eu. Conhece toda São Paulo e outros estados também. Foi uma audiência com resultado favorável à minha pessoa. Estava melhor de saúde naquele período. Foi uma audiência relacionada ao Estado, onde trabalhei por 10 anos, nada grave, era uma audiência sobre algumas licenças de saúde, em 10 anos de trabalho.E foi favorável. Então, estou tranquila. Fiz coisas que não imaginava fazer. Em outra das audiências, quando eu fui conhecer a advogada, que ia defender meu caso, foi minha mãe quem foi comigo. Era uma advogada do próprio Estado. Também fomos conversando. Em ambos os casos meus pais me aconpanharam e foi uma lembrança boa. Pegamos o metrô vazio, o trem tranquilo, mas também pegamos o horário de pico. São situações que você vivenciou com seus pais, depois de adulta já, que você vai guardar para o resto da vida. São mais do que positivos. São muitas lembranças. Também usamos Uber e Táxi. Essas situações não são comuns. Foi diferente. Pensei nos meus pais e me senti bem.

Vou esperar as crianças voltarem.

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